quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Impunidade...
Tem repercutido pelos quatro cantos da cidade, mas esse não é apenas o motivo para eu estar publicando aqui.Véspera de feriado, o radialista Odair Júnior foi a trabalho levar as ouvintes para conhecer a banda calypso, dentre essas ouvintes tinha uma criança de sete anos que esperava ansiosamente pelos integrantes da banda, mas a espera foi grande, em torno de cinco horas, quando eles chegaram, a cantora Joelma passou direto ao camarim, e o Chimbinha quando foi passar o som , foi abordado pelo radialista que tentou explicar a situação, preocupado principalmente com a criança, mas Chimbinha não atendeu a ninguém. Passou mais algum tempo e ele foi mais uma vez falar com o guitarrista da banda, explicando que a criança já tinha até cochilado, que estava ali para conhecer o ídolo dela, com um cd na mão, que custava caro e não foi preciso dizer mais nada, que o tal guitarrista começou a agredir o radialista, o interessante é que a atitude mais normal de um ser humano ao ser agredido é se auto defender, confesso estar surpresa com a atitude do radialista que apenas levantou os braços e deixou...Agora o caso está nas mãos da justiça e o mais revoltante é que um programa de Televisão de produção independente, hoje apareceu com um dos seguranças da casa de shows confirmando e aumentando o que o empresário da banda esclareceu para a imprensa, o detalhe ainda maior é que o sócio desse programa é o dono da casa de shows; ainda no mesmo canal de televisão, no jornal não foi exibida a versão do segurança.A justiça tem que funcionar de forma legal, mesmo que depoimentos sejam comprados, como espero, por conhecer algumas pessoas e saber o quanto são capazes.Fico me perguntando se não fossem esses fãs dessa "bandinha" e a mídia se eles tinham como fazer sucesso?As pessoas merecem respeito!A justiça precisa funcionar e a mídia não pode maquiar a verdade.
A luta contra o preconceito - CONTINUA.
EUA: morre símbolo da luta contra preconceito racial
Morreu, aos 92 anos de idade, Rosa Parks, pioneira da luta pelos direitos civis para os negros nos Estados Unidos. Ela, que se tornou famosa após se negar a ceder seu lugar no ônibus a um homem branco, em 1955, morreu dormindo em casa, na cidade de Detroit, acompanhada por amigos e familiares.
A negativa em ceder o assento no ônibus desencadeou um movimento para acabar com a segregação racial nos EUA. Na época, por ser negra, ela era obrigada a obedecer a solicitação, por estar no conservadora parte sul do país. Acabou presa.
Sua prisão provocou a reação dos afro-americanos, que boicotaram os ônibus de Montgomery, Alabama, durante um ano. A atitude de Parks mobilizou mais de 50 mil negros em Mongomery, que começaram a protestar por seus direitos.
Um jovem pastor chamado Martin Luther King, à época desconhecido, liderou o boicote e um movimento de não violência que geraria mudanças na legislação local, estadual e federal em favor dos negros nos Estados Unidos.
A saúde de Parks se deteriorou nos últimos anos da década de 90. Por isso, ela deixou de dar entrevistas e aparecia poucas vezes em público. Em 1995, afirmou: "Gostaria que as pessoas dissessem que sou uma pessoa que sempre quis ser livre e que queria isso não apenas para mim; a liberdade é para todos os seres humanos", afirmou.
Sarah monteiro:Essa foi mais uma forma que encontrei de tentar mostras as pessoas que o mundo precisa mudar.
O preconceito tem que acabar.
Morreu, aos 92 anos de idade, Rosa Parks, pioneira da luta pelos direitos civis para os negros nos Estados Unidos. Ela, que se tornou famosa após se negar a ceder seu lugar no ônibus a um homem branco, em 1955, morreu dormindo em casa, na cidade de Detroit, acompanhada por amigos e familiares.
A negativa em ceder o assento no ônibus desencadeou um movimento para acabar com a segregação racial nos EUA. Na época, por ser negra, ela era obrigada a obedecer a solicitação, por estar no conservadora parte sul do país. Acabou presa.
Sua prisão provocou a reação dos afro-americanos, que boicotaram os ônibus de Montgomery, Alabama, durante um ano. A atitude de Parks mobilizou mais de 50 mil negros em Mongomery, que começaram a protestar por seus direitos.
Um jovem pastor chamado Martin Luther King, à época desconhecido, liderou o boicote e um movimento de não violência que geraria mudanças na legislação local, estadual e federal em favor dos negros nos Estados Unidos.
A saúde de Parks se deteriorou nos últimos anos da década de 90. Por isso, ela deixou de dar entrevistas e aparecia poucas vezes em público. Em 1995, afirmou: "Gostaria que as pessoas dissessem que sou uma pessoa que sempre quis ser livre e que queria isso não apenas para mim; a liberdade é para todos os seres humanos", afirmou.
Sarah monteiro:Essa foi mais uma forma que encontrei de tentar mostras as pessoas que o mundo precisa mudar.
O preconceito tem que acabar.
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